quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Sempre, nunca, prefiro às vezes

Nunca gostei de pés no chão, sempre quis (voar)*
Nunca gostei de clichês, sempre quis (inventar) *

Nunca gostei de cálculos, sempre quis (sentir)*
Nunca gostei de caminhos fáceis, sempre quis (sorrir)*

Nunca gostei de grades, sempre quis me (agradar)*
Nunca gostei de egoísmo, sempre quis me (contrariar)*

Nunca gostei de holofotes, sempre quis a (escuridão)*
Nunca gostei de falso amor, sempre quis a (solidão)*

Nunca gostei de certezas, sempre quis a (dúvida)*, querida
Nunca gostei de razões, sempre quis a (vida)*...

Hoje estou mais perto de mim.

(Ao som de: Novos Baianos - Acabou Chorare)

5 comentários:

Paula S disse...

pq a frescura naquelas palavras?

ah, me indentifico com esse poema...

Felipe Freitas disse...

Eu gosto de jogos visuais haha, as palavras estão ligadas, sempre as duas que estão no mesmo verso!
faça seu jogo com elas rsrs.

Valeu Pula!

Jéssyca disse...

Novos Baianos? vix. nem nunca ouvi fala !

nao, nao, obrigada, nao quero conhecer xPPPP
zuei

Felipe Freitas disse...

Eles são muito bons rsrs

Devia conhecer hehe

●๋•Viн*. ~ઇ‍ઉ disse...

Pluralidade.
adoreiii
=]

Continue escrevendo e de vez em qnd me dê umas dicas dos seus posts pra poder ler.
como sempre me esqueço de td.. rs