"Pela gratidão jamais esperes
Não creia na lisonja dos amigos
Não confie no sorriso da mulheres”
Bastos Tigre
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quinta-feira, 21 de janeiro de 2016
segunda-feira, 6 de julho de 2009
ANdando pra tás
No alto da colina, recupero o folego.
Com a cabeça abaixada e as maos nos joelhos olho para tras e noto o quanto caminhei.
Vejo no relogio que ainda me sobra muito tempo
Entao volto todo o trajeto querendo ver o que nao vi, concertar o que errei, fazer o que nao fiz.
Ainda na metade do caminho, percebo que o tempo ja passara mais do que especulei
Tentanto voltar para o ponto em que parei, ele (o tempo)era o meu inimigo: nao parava, nao esperava.
Andando pra tras percebi que aquilo que se foi nao volta, nao muda.
Nem se quisermos, nem se tentarmos.
Por: Jéssica Bugo.
(Ao som de: Cachorro Grande - Cinema)
Com a cabeça abaixada e as maos nos joelhos olho para tras e noto o quanto caminhei.
Vejo no relogio que ainda me sobra muito tempo
Entao volto todo o trajeto querendo ver o que nao vi, concertar o que errei, fazer o que nao fiz.
Ainda na metade do caminho, percebo que o tempo ja passara mais do que especulei
Tentanto voltar para o ponto em que parei, ele (o tempo)era o meu inimigo: nao parava, nao esperava.
Andando pra tras percebi que aquilo que se foi nao volta, nao muda.
Nem se quisermos, nem se tentarmos.
Por: Jéssica Bugo.
(Ao som de: Cachorro Grande - Cinema)
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